terça-feira, 18 de novembro de 2014

Minha Moça...



Nunca havia publicado algo tão pessoal no blog quanto essa nova postagem, depois de pouco mais de um ano sem postar nada volto a mais uma postagem, nesse caso venho aos meus leitores exponhor meu discurso a cerca da Felicidade, que nos faz querer gritar ao mundo seus segredos... no meu caso um nome,... uma Moça...

Minha moça...
Franja nos olhos, sorriso tímido, e lindo olhar, meio de lado, brilhante e incandesceste como um stroble, envolvente, alucinante, moça de traços conceituais, de arte contemporânea, beleza urbana em sua forma mais intrigante, medusa dos bons sentimentos, pretrificando sempre nos bons momentos, provocante em todas as melhores intenções, força incrível, entusiasmante, tem sua luz própria, incrível olhar, tocar, sentir, ver, incrível ter por perto, melhor ainda é poder sentir, mesmo que não a veja, sentir-la pensando em mim sempre que penso nela, umas mensagens, propostas de verlas mais vezes, ver meu sorriso junto ao seu sorriso, nosso sorriso juntos, tempo sem medidas, mundo inexistente em seu presente, nos dois iguais por foto em foco, mesmo se fosse longe ainda seria tão perto e tão belo, primeiro dia, linda em vestes reluzentes, olhos brilhantes, pernas envolventes, meus olhos, trêmulos, fortes, minhas mãos tremulas, em desamparo ao surreal de ter-la comigo, chuva, muita chuva, e mais chuva, luz, dança, um porto, algumas músicas, nem ali, só ela me importava de verdade, verdade era que não queria sair dela, nunca mais, medo, ansiedade, bloqueios, anseios, só ela me provocava tantos anseios, e mais chuva, noite curta, sentimento longo, cabelos molhados, e mais chuva, depois foi rio, foi lua, foi areia, mão doce do sal do mar, belo dia foi te encontrar, banhando-se ao mar, coincidências já não há mais, incrédulo como sou em coisas abstratas e exotéricas, me curvo a crer que coincidência entre nos não existe mais, assim como segredos de sentimentos, que nos permitimos não mais ocultar um do outro, mesmo por não ter mais como esconder, um do outro, pois somos um e o outro, mesmo em poucas palavras ela sempre consegue falar tanto, e mesmo eu falando tanto, nem sempre consigo dizer tudo, e acabo por falar tão pouco, moça, moça, minha moça, minha joia, minha Joyce, entender você é como entender a mim, e a mim entendendo posso facilmente entender você, ou melhor, Ela, quer dizer, acho que eu, sei lá, eu, ela, ela, eu, nós dois, ou três, isso se dois for um, e se caso um for dois, em corpos separados nossos corpos juntos são simplesmente um, tempo e espaços diferentes, direi a ela, eu sou você em outra vida, e volto agora para ser ela hoje, em mim, ou nela, só por vaidade enfrentar as leis naturais, ocupando dois corpos num mesmo tempo e espaço...confuso? pra mim não, e talvez ela saiba do que eu falo, essa é a minha Moça, minha joia, minha Joyce.
Vou esquentar os pães, seus pés e todos os seus dedos, vou te acordar manso, com carinho, me deleitar em acordar e ter como em uma consolo caloroso bom dia seu sorriso, você sorrindo, te levar café a cama, te abraçar enquanto me chama, te ouvir enquanto ainda na cama, me abraça e fala bem perto que me ama, com tudo o que você mas gosta farei seu mundo o nosso mundo, só pra te ver mais tempo sorrindo quente, de olhos ardentes, seu abraço quente me faz te querer pra sempre, e te ver com a aquele olhar que me faz ficar sempre tão em um mundo ausente, mas em você sempre presente, toda uma simpatia que sempre me faz mostrar os dentes, te fazer sorrir o dia todo sendo pra você um presente, enquanto durar que seja muito bom, que dure anos, meses, semanas, dias, horas, segundos, dure seculos, dure o que durar, mas que seja incrível.
E será sempre minha moça... minha "joise"... em sua raiz no medieval inglês "Alegria"...

(O paragrafo final do texto foi baseado nas músicas “Porque” de Otto e “Toda de Amarelo” da banda Fino Coletivo)

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